Archive for the ‘Quanto vale?’ Category

Boas novas!

julho 28, 2011

Agora o QVUC tem um site ofical cheio de novidades.

www.quantovaleumacancao.com.br

Te esperamos por lá.

1 ano de histórias e canções

setembro 13, 2010

Tudo começou com a simples idéia de integrar e divulgar o trabalho de amigos compositores, há 1 ano.
Hoje sentimos uma enorme alegria por perceber que nosso círculo cresceu e abraça cada vez mais músicos queridos e talentosos.

Nesse primeiro ano conseguimos reunir cabeças e corações abertos para um mesmo propósito: compartilhar histórias e canções, entre palco e platéia. Por isso agradecemos imensamente a todos que fizeram parte desses primeiros passos.

Que nosso caminho leve a boa e nova música cada vez mais longe.
Quanto vale uma canção? Pra nós  valeu 1 ano feliz de trabalho.

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Fotos by Peu Robles

Quanto vale uma platéia?

agosto 21, 2009

A noite de ontem foi uma delícia!

Obrigado a todos que prestigiaram mais uma apresentação do nosso projeto, superando todas as expectativas que aquela chuva torrencial nos proporcionou minutos antes da hora marcada.

Como Luiz Gayotto divertidamente observou: “Quanto vale uma platéia?”

Platéia não tem preço.

dancando na chuva

Valeu quanto pra você?

junho 25, 2009

Você foi na noite de estréia do projeto “quanto vale uma canção?”

Marcos Alma | 18/06

junho 25, 2009
OLHO DÁGUA ( MÃE DO RIO )
SEM PAR

OLHO DÁGUA ( MÃE DO RIO )

SEM PAR

Fefê Gurman | 18/06

junho 25, 2009

Sai de Belo Horizonte em um cartão postal

Carregando na mente viagem virtual

Pode ficar contente que vou até a lua

Vou mandar um presente que vai chegar na sua

A tanto tempo ausente trafego pelas ruas

De uma cidade quente e a vida continua

Se der um passo a frente pode virar parente

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

Um pão na chapa quente café com leite e broa

Comendo o que se sente a mente numa boa

Teu coração carente num avião revoa

Lembranças que se prendem balançam de gangorra

Tem estado diferente minera esta pessoa

De brilho aparente com os olhos de garoa

Carteiro apresente uma noticia boa

Mande a correspondência e a espera continua

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

CARTÃO POSTAL

Sai de Belo Horizonte em um cartão postal

Carregando na mente viagem virtual

Pode ficar contente que vou até a lua

Vou mandar um presente que vai chegar na sua

A tanto tempo ausente trafego pelas ruas

De uma cidade quente e a vida continua

Se der um passo a frente pode virar parente

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

Um pão na chapa quente café com leite e broa

Comendo o que se sente a mente numa boa

Teu coração carente num avião revoa

Lembranças que se prendem balançam de gangorra

Tem estado diferente minera esta pessoa

De brilho aparente com os olhos de garoa

Carteiro apresente uma noticia boa

Mande a correspondência e a espera continua

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

Fique a vontade a ver

O novo horizonte azul

Por detrás do monte ao sul

Que te ilumina

SUSPENSA NO AR

Mao Irmã da minha

Bote tuas linhas

Junto das minhas

Logo se forma um caminho

Quem vai decidir mudar o destino

Teus dedos apontam por rumos distintos

distantes da minha romaria

Se os astros não estão a favor

sem meu valor não volto atrás

Se você quer o meu amor

De braços abertos aqui estou

E cigana estou com estou certeza

Mas vejo a clareza neste teu olhar

Velas acessas as cartas na mesa

quem tira a sorte suspensa no ar

Suspensa no ar

Suspensa no ar

Bote tuas linhas

Junto das minhas

Logo se formam o caminho

Quem vai decidir mudar o destino

Teus dedos apontam por rumos distintos

distantes da minha romaria

Se os astros não estão a favor

sem meu valor não volto atrás

Se você quer o meu amor

De braços abertos aqui estou

Gigante Animal | 18/06

junho 25, 2009
PRA MIM // Henrique Zarate
Vai, pega a reta
Sai andando
Vou descobrindo um outro caminho
Tá então vai pensar
Qual o rumo você vai seguir
Eu juro que não vou mais insistir
Nesse destino que você criou
É fácil pra você
Sempre dizendo a mesma frase
Que foi sempre sem querer
tô cansado
desse papo
É fácil pra você
Sempre dizendo a mesma frase
que foi sempre sem querer
tô cansado desse papo
De tanto esperar
Uma resposta
De tanto engolir
Sempre a mesma história
Sente a brisa
Cada um na sua viagem
Por enquanto
Vai tentando
A passos largos
Um sorriso
É o inicio
De um novo começo
vamos tentar
sem esperar
mas eternamente
na mente

PRA MIM // Henrique Zarate

Vai, pega a reta

Sai andando

Vou descobrindo um outro caminho

Tá então vai pensar

Qual o rumo você vai seguir

Eu juro que não vou mais insistir

Nesse destino que você criou

É fácil pra você

Sempre dizendo a mesma frase

Que foi sempre sem querer

tô cansado

desse papo

É fácil pra você

Sempre dizendo a mesma frase

que foi sempre sem querer

tô cansado desse papo

De tanto esperar

Uma resposta

De tanto engolir

Sempre a mesma história

Sente a brisa

Cada um na sua viagem

Por enquanto

Vai tentando

A passos largos

Um sorriso

É o inicio

De um novo começo

vamos tentar

sem esperar

mas eternamente

na mente

COMPASSO // Henrique Zarate
Ta ta ta eu aceito
Vou vou vou continuar
Remar contra maré
Deixo a onda me levar
A natureza é sábia
A correnteza não pára
Há terra à vista
Até a vista
Não foi dessa vez
Mas o barco vai voltar
Ta ta ta eu lamento
Vou vou vou superar
Um balde de água fria
Amanhã é um outro dia
Vamos Acordar ar ar ar
Que eu respiro
A hora não foi essa
Embora tenhamos pressa
O relógio atrasou
Mas o barco vai voltar
E sem pressa
O barco vai voltar
Não vou ficar
nem mais um segundo
Não vou mais ouvir o compasso
É tão duro aceitar
Agora só o tempo
E eu vou
Voltando pra casa
Em silêncio
Voltando pra casa
Em um anjo
Se transformou

Dani Luppi | 18/06

junho 25, 2009

SILÊNCIO

Hoje eu quero o silêncio e o torpor da anestesia

até a perda dos sentidos

Hoje eu quero o coma e a inconsciência

de um sono pesado e profundo

Hoje eu quero o blackout

a escuridão que ilumina o meu não querer ver

Hoje eu quero o vazio, expor-me ao frio e congelar

ser um mero corpo inerte

Hoje eu quero o transe que desmaterializa

e aí nem tempo, nem espaço

Hoje eu quero demolir os muros da obrigação

e sumir entre os escombros

Hoje eu quero ser qualquer coisa

que não pense, não ande, não cante

(só porque…)

Hoje o tom da blusa rosa choque me satura

são tantas cores que não vejo

enquanto sigo o meu caminho e a minha rotina

a realidade vai passando pela rua

LABIRINTO

antídoto, veneno / quem sabe o real efeito?

partido, quebrado / cada osso na parede

azedo, amargo / gosto de língua cortada

ardido, ácido / é a ferida que não sara

veja o terror nos olhos de uma criança no escuro

quando o monstro mora dentro do quarto

qualquer brinquedo é uma armadilha

cego, surdo / fantoche de si mesmo

descanso inútil / remoto controle remoto

medo agúdo / fantasma atrás da porta

cansaço, descaso / e a cabeça que não pára

o desespero é um labirinto de espelhos quebrados

pra onde vão, de onde vêm tantos eus?

e quem é você pra vir falar de mim!

segredo trancado a cadeado de vidro

estar no olho do furacão vendo o mundo girar

medo estampado nas páginas de um livro

que eu rasgo, queimo, espero cicatrizar

Leandro Bomfim | 18/06

junho 25, 2009

VENTO LEVE

Eu sinto o vento
O movimento
A tua imagem insiste em voltar
Não há razão no amor
Nem dor no caminhar

Em cada noite
Cada silêncio
Eu vejo a vida de outro lugar
Lugar do meu amor
Lugar de recordar

No movimento
A sombra e a luz
E o foco
E a paixão
E a paixão

Voa meu amor
Que vento leve a vida leva e traz
Voa meu amor
Que vida traz o vento leve

NEM MESMO EU

meu forró não tem fronteira
meu forró é a terra inteira
espiral que sai certeira
do umbigo do clarão

é nevoeiro
tempestade correnteza
voador é fortaleza
avalanche no sertão

meu forró é a voz do tempo
a tez da mitologia
meu tesouro em pedraria
meu leito meu linguajar

minha atitude imodesta
é minha marca na testa
fio do novelo que empresta
meu caminho de voltar

meu forró é meu segredo
minha promessa meu medo
meu jogo de paciência
um riso solto um olhar

meu forró é minha terra
meu galope minha sela
a voz do animal que berra
meu presente de natal

meu forró não tem fronteira
meu forró é a terra inteira
quando teu corpo suado
todinho no meu colado

no calor do teu gingado
faz terra toda rodar
no calor do teu gingado
faz terra toda rodar

A embola o rap rap-repente
Me levaram a melodia que eu gosto de cantar
Mas de repente percebi que toda gente
Seja bom ou seja burro tem coisa pra ensinar

Seja matuto adulto novo banguelo
Todo homem tem história que não tem como igualar
Pois todo olho vê o mundo diferente
E o que ta lá na frente não tem nem como enxergar

Nem mesmo eu que vejo longe
Nem mesmo ela que é feliz
Nem mesmo ele que é o monge
Nem mesmo os burro que me diz

Quem ta nadando não pode morrer na praia
Quem ta sentado na praia tem mais que cair no mar
Quem ta no escuro precisa abrir os olhos
Homem que abrir os olhos merece olhar pro mar

Olhar pro mar dançar
Na festa da gafieira
Trazendo pro peito a morena que chama
O sol vem levantar

Abacateiro
Forró mafuá zazoeira
Quem fica fechado é porteira
Que espera a boiada passar

Lu Horta | 18/06

junho 25, 2009

COMIGO MESMO

Eu comigo mesmo
Consigo mesmo
Tudo o que eu quero
Comigo mesmo
E se eu quero tudo
Consigo mesmo
Comigo mesmo
Consigo mesmo
Eu e o meu umbigo
E o meu olho vesgo